domingo, 12 de dezembro de 2010

Construa hoje o seu amanhã

Pessoal,


Ando com o tempo muito curto para postar, ,mas quando tenho oportunidade,
sinto que minha alma está junto da mensagem.


Ah! como anseio por um mundo melhor...


Como muitas almas desse Planeta azul desejam o bem, a paz e o equilíbrio da natureza e de todos os seres viventes.


Somente as pequenas mudanças podem realizar grandes transformações e modificar o futuro do Planeta Terra.


Compartilho um vídeo que recebi e peço aos amigos que assistam até o final,imaginando como já dizia nosso amigo John Lennon, que você já estivesse vivendo as mudanças que esse vídeo propõe.

São 10 minutos que te levarão ao futuro de forma suave e consciente.


Viaje no tempo e começe hoje a realizar as mudanças que você deseja para o 

amanhã.

Muito lindo, vale a pena compartilhar esse vídeo com todos os habitantes do Planeta Terra!!






http://www.youtube.com/watch?v=eSWh9RLWpcg&feature=player_embedded

6 comentários:

analice disse...

reformular nossas formas de pensar e agir é preciso... no melhorar e nos manter crescendo de forma justa e igual... porque nao é o excesso que nos fará melhores...um abraço e de fato é otimo relembrar tais coisas..

H. Leonel Vieira disse...

Este vídeo, muito bem concebido e realizado, mexe profundamente comigo (e,acho, com muitos). faz-me repensar meus hábitos. Valeu, Magali!

H. Leonel Vieira disse...

Vídeo muito bem concebido e realizado. Mexeu comigo e me fez repensar meus hábitos. Valeu, Magali!

Marco Orsini disse...

Na mídia e entre os protetores animais, está sendo recebida com surpresa e muita indignação a declaração do Padre Marcelo Rossi, na sua missa de 01/10/2011, quando, ao anunciar a Semana Dos Animais, aproveitou para revelar que, embora goste de animais, não gosta de gatos porquê “eles são traiçoeiros”. Após isso, solicitou aos expectadores do rádio e TV deixarem os animais perto dos aparelhos para receberem sua bênção, mas não levá-los pessoalmente. O Bispo Fernando intercedeu permitindo que os fiéis levassem seus animais, aí o Pe. Marcelo fez uma careta mostrando a língua e bradou: “Menos os gatos”!
Não vou ater-me à declaração do Pe. Marcelo porquê é complicado criticar um gosto, sentimento ou opinião pessoal. Embora eu veja sua concepção negativa dos gatos como espiritualmente absurda e contraditória com seu ofício (pois, por ter estudado e vivenciado mais, ele teria mais condições de conceber uma imagem mais verdadeira dos animais, como irmãos, filhos de Deus e ainda mais puros que os humanos), admito que ele tem o legítimo direito de conbeber assim. LEGALMENTE, tem até o direito de expressar sua opinião, mas aí... no papel de um líder religioso e formador de opinião, agora sob um prisma ÉTICO, ESPIRITUAL E PREGADOR, seria aceitável ele declarar isso ?
Quero usar esse episódio como gancho para comentar algo mais profundo. Pelo menos no ambiente da Igreja, posso falar com propriedade desse tipo de preconceito infeliz.
Eu fui seminarista a frade e a padre diocesano, e, apesar do amor pela Igreja Católica e a vida monástica, abandonei-a tamanha a minha indignação pelo seu desprezo para com a Moral Animal e a necessidade de engajamento contra a sua exploração e violência (esta é a regra – claro que existem poucas exceções). Até hoje, para a teologia dessa Igreja que se considera suprema portadora da palavra de Deus, os animais não têm alma, não têm um espírito, são meras coisas vivas mas temporais (transitórias) a serviço do homem, o que, embora criaturas de Deus, “legitimaria” o direito de explorá-los.
É claro que sou uma criatura profundamente imperfeita, cheia de falhas e vícios, sem moral para proferir sermões a ninguém, mas pelo menos me esforço bastante para corrigir quando enxergo. Depois que enxerguei melhor o que os animais realmente são (pelo contato com a moderna Teoria Da Proteção Animal; com a Doutrina Espírita, embora seus seguidores também desapontem bastante na questão Conscientização Animal; com os ensinamentos de Trigueirinho, etc), nossos IRMÃOS com o mesmo direito a respeito, não aceitei mais essa visão insensível, cega e intransigente da Igreja, passei a cobrar maior coerência com o Amor e Compaixão a todo ser senciente contemplado pela máxima do Cristo “Não faça ao próximo o que não desejaria que o próximo lhe fizesse”. Tentei consientizar, lançar sementes de um novo olhar e comportamento sobre os animais, mas tudo o que recebi foi mais desprezo e hostilidade. Na minha ex-paróquia, cheguei a propor um trabalho de conscientização pela não violência aos animais, pelo início de uma filosofia de Veganismo, não consumir pelo menos carne, se possível os demais derivados de animais, devido ao quanto esses ramos da indústria e da Pecuária são moralmente covardes e cruéis com eles; cheguei até a defender que nas quermesses não admitissem mais barracas de churrasco, sanduíches, espetinhos, etc. E sua reação, aí, era sempre na base do “Mas já é tão tradicional... os fiéis não vão entender nem aceitar”, “hã... não é bem assim... não podemos ser radicais”. Não pode ser radical, quer dizer, só quando a mudança ameaça as estruturas conservadoras que sustentam seu poder e status quo humanos, algo bem mais afastado do verdadeiro espírito divino de devoção e justiça, destemido e combativo, como o dos fabulosos primeiros cristãos e apóstolos.

(continua)

Marco Orsini disse...

(continuação)

Quase não existe preocupação com a caridade/compaixão estendida aos animais (pra valer); e, ao menor sinal de incentivarmos, já se irritam e distorcem acusando-nos de comparação profana e valorizar os animais tanto ou mais do que o homem (quando na verdade, todos têm o mesmo direito a ser contemplados pela caridade, não precisa haver rivalidade, como ensinou o São Francisco De Assis que, nessas horas, eles fazem questão de esquecer).
Em geral, em todo o Cristianismo e não só no Catolicismo, predomina este míope entendimento antropocêntrico: só existe o homem como filho de Deus e merecedor de sua compaixão e direitos. Os animais nada são. Eu só não consigo entender que Deus é esse que ensina tanto desprezo, usura, impiedade e insensibilidade...
Por isso, tive que tomar uma drástica decisão: ou a Igreja (e só o homem e toda a sua ilusão), ou os animais (e a Proteção Animal). Escolhi a verdade, escolhi a moral mais universal, escolhi os que mais merecem, escolhi os ANIMAIS. Aos animais, o Céu que eles merecem (e arruinado pelo homem, sua maior desgraça); à Igreja, o inferno, com toda a sua insensibilidade e hipocrisia.
Pois o desprezo e frieza que a Igreja me ensinou (pelos animais) é o mesmíssimo que agora ela recebe de mim.
Já no Espiritismo, cuja doutrina relativa aos animais e sua espiritualidade é muito mais avançada (já admitem uma alma, um espírito imortal para eles), e que por isso eu punha muito mais fé na atitude de seus seguidores... bem... infelizmente não tenho visto uma melhora expressiva em relação aos antropocêntricos fiéis da Igreja. Na verdade, temo que estejam caminhando para a sua mesma insensibilidade, resistência e inação.
Incorrendo num desatino semelhante (talvez pior) ao do Pe. Marcelo, o “divinizado” médium e orador Divaldo Pereira Franco, certa vez num programa de TV quando perguntado se ele consumia carne e era a favor de se permitir ou combater esse costume com base na Doutrina, perdendo a oportunidade de difundir um maravilhoso ensinamento de fraternidade universal e compaixão pelos seres de todos os Reinos ao abolir a exploração e consumo (que, diga-se de passagem, é uma obrigação evolutiva para elevação da humanidade), ele simplesmente solta a “pérola” de que era a favor de permitir e que ele mesmo continuaria, só porquê “Kardec nunca foi vegetariano e Chico Xavier também comia carne”, apegando-se a eles só como argumento de autoridade mas esquecendo que eles não tinham o conhecimento e “pegada” moral que temos hoje, em lastimável anacronismo que mais me pareceu desculpa fajuta para prosseguir num vício. Que decepção, Sr. Divaldo... Depois dessa...

(continua)

Marco Orsini disse...

(continuação)

Diferente da alma de ouro que tem a Magali (autora deste blog), tão sensível e aberta à questão da proteção e respeito aos animais, sem o todo-estrelismo do Sr. Divaldo Franco. Para ganhar uma nota 10 no tema, só faltava ela se tornar VEGANA... que tal tentar, Magali ? (rsssss).
A verdade é que ainda falta aos espíritas, na maioria, amadurecerem e abrirem seus corações para admitir a Questão Espiritual Dos Animais, não como dogma, mas como evidência empírica (observável no dia-a-dia), científica (provada em observações de que eles são SERES SENCIENTES como os humanos, e não apenas seres vivos), e, justamente por isso, efetivamente uma extensão natural dos direitos e deveres morais para com o ser humano. Como a simples VERDADE NATURAL que lá no fundo seus espíritos já sabem, mas suas mentes ainda presas a processos de apegos mundados e sensoriais recusam a aceitar. Porquê, pela própria Lei Do Progresso, outras doutrinas tão ou mais avançadas (como a Teosofia) já incorporaram, com exemplar naturalidade, essa Questão Espiritual Dos Animais, não só em seus discuros mas sobretudo na prática; havendo aí um risco de o Espiritismo ser passado para trás e quem sabe... esquecido, pois o futuro não perdoará esse crime de descaso para com os animais. A dívida cármica do Reino Humano para com o Reino Animal é imensa (vocês não têm idéia o quanto!!) devidos aos seus milenares crimes hediondos, e a Natureza já está vindo acertar as contas.
Que a vontade de Deus redirecione os espíritas (e sua doutrina, que tanto admiro) e os sinceros homens de bom coração que buscam a Verdade, à luz da Verdade para que não se desviem e se percam na letra morta como fez a Igreja. Mas, que seja rápido, urgente, pois a alma da Terra já doente e intoxicada por tantos mismas humanos já não suporta mais esperar tanto... E acho que a paciência de Deus, embora imensa, não é infinita como a inércia e morosidade involutiva gostaria...

(fim)